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Pai 2
“Quando soubemos da orientação sexual do nosso filho, eu e a minha companheira, tivemos a sensação que não teríamos forças suficientes para suportar tamanha dor. Foi como se me arrancassem o coração pela boca, o cérebro explodisse, e tudo sem nenhuma anestesia, a seco. Para mim, foi um período de trevas, desespero, muito, muito, muito choro, sem nenhuma luz no fim do túnel. Queria achar alguma justificativa, culpados, aonde eu errei, culpei esta vida e até Deus por permitir que esta desgraça atingisse a minha família. Por que conosco, que sempre fomos pessoas boas, honestas, que só praticamos o bem?... Desprezei a todos, principalmente o meu filho, renegando-o, achado que havia criado um mau caráter, por haver optado em ser homossexual e ter uma vida marginal.... (Nome) que nos indicou a Edith. Foi nossa corda para sairmos do poço e ver uma luz no fim do túnel. Fomos acolhidos com muito amor, carinho e generosidade. Podíamos discutir, desabafar e aprender com nossos pares. Tenho orgulho de estar me empenhando com todas as minhas forças, junto com a minha companheira e junto com meus amados filhos, e diariamente estarmos nos aceitando e nos amando com mais intensidade e respeito, admitindo os desígnios do desconhecido. Também tenho orgulho e o privilégio de pertencer a esta ONG e ter a oportunidade de acolher os próximos pais que estão precisando de ajuda, como nós fomos acolhidos e ajudados um dia.”
 
 
 
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